A escola de Samba União Cruzmaltina, que reapresenta o Vasco no carnaval do Rio, vai homenagear o ex-governador Sérgio Cabral
Cabral foi condenado na Lava Jato a mais de 400 anos de prisão e passou 6 anos na cadeia, sendo solto no ano passado
OPINIÃO:
INFELIZMENTE AONDE CHEGAMOS EX- GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO VAI SER HOMENAGEADO POR UMA ESCOLA DE SAMBA
VEJAMOS COMO O POVO TEM MEMÓRIA CURTA ESQUECE FÁCIL OS FATOS
O ex-governador foi réu em 20 ações penais ligadas à Lava Jato
O ex-governador foi réu em 20 ações penais ligadas à Lava Jato Rodolfo Buhrer
Rio
Lavagem de dinheiro, organização criminosa e mais: relembre as principais condenações de Sérgio Cabral
Ex-governador tinha mais de 430 anos de pena de prisão por diferentes crimes; ontem à noite ele recebeu o alvará de soltura
09/02/2023 19h09 Atualizado há 5 meses
Preso dentro do contexto da Operação Lava Jato e já com mais de seis anos na cadeia, Sérgio Cabral colecionava denúncias e processos por diferentes crimes, incluindo corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, evasão de divisas, crimes contra o sistema financeiro, fraude em licitação e formação de cartel. Só em relação ao crime de lavagem de dinheiro, foram 184 acusações, que dariam conta da ocultação de cerca de R$ 40 milhões e movimentação de mais de US$ 100 milhões. Dos processos movidos, o ex-governador do Rio de Janeiro recebeu a condenação em 23, com penas que, somadas, ultrapassavam 430 anos de prisão.
Nesta quinta-feira (9), em uma reviravolta judicial, Cabral teve a sua prisão domiciliar substituída por medidas cautelares como uso de tornozeleira eletrônica, apreensão do passaporte e comparecimento mensal à Justiça.
Relembre as principais condenações de Sérgio Cabral:
Operação Calicute
A operação conjunta do Ministério Público Federal (MPF) e da Polícia Federal (PF) levou para a cadeia governantes, deputados e empresários.
A ação, braço da Lava Jato no Rio de Janeiro, partiu da investigação de esquemas de corrupção em obras da usina nuclear de Angra 3, que escancarou uma complexa rede de desvios do dinheiro público e de propinas que financiaram luxos como mansões, joias e viagens milionárias.
Réu confesso, Sérgio Cabral teve decretada a sua primeira prisão preventiva em 17 de novembro de 2016, acusado de desviar R$ 224 milhões em contratos do governo do Estado com empreiteiras, de cujos valores ele receberia 5%.
A pena recebida nesta condenação, por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa, foi de 45 anos e 2 meses de reclusão.
Operação Lava Jato
Em junho de 2017, Sérgio Cabral foi condenado pelo então juiz federal Sérgio Moro, da 13ª vara Criminal de Curitiba/PR, a 14 anos e 2 meses de prisão em regime fechado por corrupção passiva e 12 crimes de lavagem de dinheiro.
Na sentença, Moro apontava a cobrança sistemática de propinas pelo ex-governador em diferentes obras públicas do Rio, das empreiteiras Andrade Gutierrez, Odebrecht e Queiroz Galvão.
Em uma transação com a Andrade Gutierrez, Cabral recebeu, segundo o MPF, propinas de R$ 2,7 milhões pelo contrato de terraplanagem do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).
Dentro da mesma operação, Cabral receberia mais outras 34 denúncias.
Operação Mascate
Desdobramento da Calicute, a Operação Mascate foi deflagrada pela PF e o MPF em fevereiro de 2017, para apurar crimes de lavagem de dinheiro e fraudes em licitações. Entre as obras investigadas, estavam a de urbanização no Programa de Aceleração do Crescimento em Favelas (PAC Favelas), em Manguinhos, zona norte do Rio, além da construção do Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense, e da reforma do estádio do Maracanã para a Copa de 2014.
Cabral foi condenado pelo juiz Marcelo Bretas a 13 anos de reclusão, em regime fechado, sentenciado por 148 crimes de lavagem de dinheiro, no valor de mais de R$ 10 milhões.
A quadrilha, que envolvia outros operadores, também condenados,lavou o dinheiro com a compra de sete imóveis em bairros nobres do Rio, carros de luxo e serviços de consultoria.
Operação Eficiência
A operação Eficiência mirou em esquemas chefiados pelo ex-governador para ocultar cerca de R$ 340 milhões em contas no exterior.
Entre os alvos da operação, também estava o empresário Eike Batista, que teria pago US$ 16,5 milhões a Cabral em troca de benefícios em empreendimentos como a construção do Porto Maravilha e a concessão do estádio do Maracanã.
Eike teria pago, ainda, R$ 1 milhão ao escritório de Adriana Ancelmo, então mulher do ex-governador. Cabral foi condenado a 33 anos, 3 meses e 13 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas
OLHA O MILAGRE DEPOIS DA VOLTA DO EX-PRESIDIÁRIO "OS AMIGUINHOS" VOLTARAM SER SOLTOS DA PRISÃO
A JUSTIÇA NO BRASIL É INÚTIL E FRANCA PREDENDO OS INOCENTES DE BEM E DOLTANDO LADRÕES INFELIZMENTE A "DEMOCRACIA" SÓ BONIFÁCIA OS BANDIDOS ATÉ HOMENAGEM SÓ UMA COISA É FATO VOLTAMOS A CENSURA
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